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    Religião, tabus, conflito de gerações: Até que ponto toleramos o outro? Após quase atropelar Sr. Green (Sergio Mamberti), um viúvo

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Visitando o Sr. Green

Religião, tabus, conflito de gerações: Até que ponto toleramos o outro?

Após quase atropelar Sr. Green (Sergio Mamberti), um viúvo de 86 anos, Ross Gardiner (Ricardo Gelli), um jovem executivo de 29 anos, é considerado culpado por negligência e tem de fazer visitas semanais para a vítima durante seis meses.

Durante as visitas, há um estranhamento entre os dois, Sr. Green é um velho ranzinza, judeu ortodoxo. Ross testa a tolerância de Sr. Green ao tentar se aproximar.

A peça se passa em Nova York, no velho apartamento de Sr. Green, onde tudo parece intocado desde os anos 50. Junto com a antiga mobília, há listas telefônicas em desuso, jornais espalhados, pilhas de correspondências e um buquê de flores secas.

Segredos vão sendo revelados: Ross diz ser homossexual. Sr. Green, que dizia não ter filhos, admite ter expulsado a filha de casa por ter se casado com um homem que não era judeu.

Visitando o Sr. Green faz o público refletir sobre as intolerâncias do seu próprio cotidiano.

Cassio Scapin interpretou Ross, contracenando com Paulo Autran, na primeira montagem no Brasil, em 2000. Quinze anos depois, Scapin foi convidado a dirigir a nova montagem.

O Laboratório Cristália foi um dos patrocinadores da temporada paulista.


Rei Lear

 

Juca de Oliveira interpreta Rei Lear de William Shakespeare.

A tragédia de um Rei que envelheceu antes de se tornar sábio.

Nesta versão criada por Geraldo Carneiro especialmente para Juca de Oliveira, o ator interpreta Lear, suas três filhas e várias personagens da tragédia. É a primeira vez na história do teatro universal que Rei Lear  é encenado como espetáculo solo.

Escrita em 1606 e considerada a mais trágica das tragédias shakespearianas, Rei Lear é o desafio máximo de qualquer ator. A peça narra a trajetória de Lear, Rei da Bretanha, que aos 80 e tantos anos decide dividir o reino entre as três filhas, em troca de elogios. Ao fazer a partilha, acaba sensibilizado com os discursos aduladores das ambiciosas Goneril e Regan e renega Cordélia, que diz não encontrar palavras para expressar seu amor pelo pai. Goneril e Regan traem e expulsam o velho pai, tramando sua morte. O tempo mostra que Cordélia era a única merecedora do trono. A cobiça e a ingratidão filial, temas centrais desta obra-prima, a tornam dolorosamente atual.

Rei Lear tem direção de Elias Andreato, figurino e cenário de Fabio Namatame, iluminação de Wagner Freire e trilha sonora de Daniel Maia.


O Libertino

Dirigido por Jô Soares, Cassio Scapin vive o filósofo Diderot.

Escrito por Eric-Emmanuel Schmitt, um dos maiores nomes da dramaturgia contemporânea, O Libertino é uma comédia inspirada no filósofo francês do século XVIII Diderot. Na trama, Diderot se retira para descanso num castelo na área rural de Paris, onde, de urgência, é solicitado para escrever o verbete “Moral” para sua obra “Enciclopédia”. Para compor essa comédia que oferece de maneira não acadêmica, divertida e envolvente introdução ao pensamento filosófico, a direção de Jô Soares se vale da comicidade dos valores morais de nossa sociedade.

Essa comédia preenche uma lacuna onde humor e informação, diversão e cultura se encontram em uma obra que não se destina a um entretenimento simplista, mas cumpre a função de educar e fazer pensar com a naturalidade de um humor inteligente.

Retomando uma nobre função da comédia, o espetáculo faz pensar e discutir a condição do homem frente questões morais e éticas da sociedade onde ele se encontra inserido.

O espetáculo O Libertino recebeu apoio da Fundação Salvador Arena.


Cartas a um jovem poeta

Adaptação inédita traz aos palcos obra do poeta

Rainer Maria Rilke.

O espetáculo Cartas a um Jovem Poeta é a primeira adaptação brasileira  de uma das obras literárias mais importantes do século XX. Escrita pelo poeta tcheco Rainer Maria Rilke, a obra é formada por um conjunto de cartas escritas por Rilke ao jovem Franz Xaver Kappus, indeciso entre seguir a carreira militar ou literária.

Um clássico, o livro é um dos mais lidos e traduzidos em todo o mundo pela atualidade do texto e dos conselhos que o poeta dá ao jovem aspirante ao mundo das letras.

Espetáculo solo do ator Ivo Müller, a peça retrata aspectos biográficos do poeta, além de abordar temas complexos como criação artística, formação humana e a importância do autoconhecimento. O projeto possui uma série de ações entre oficinas, debates e incentivo à leitura, que buscam divulgar Rilke e sua literatura.

Este projeto realizou, também, uma série de oficinas para professores de escolas públicas em Suzano, grande São Paulo, com intuito de levar cultura para além do próprio espetáculo a um público carente de atividades culturais completas.

O espetáculo Cartas a um Jovem Poeta foi patrocinado pela Clariant.


Julietas

A Cia. de Inventos discute os desafios da adolescência nesta releitura de Romeu e Julieta.

O espetáculo reflete sobre o comportamento do adolescente no mundo de hoje: sua instabilidade, as mudanças no corpo, na alma e suas dúvidas. Tudo de forma leve, poética e com linguagem acessível.

Enfatizando a importância do amor, sentimento fundamental a qualquer ser humano, e propondo ao jovem reflexões sobre responsabilidade e respeito por si e pelo próximo, Julietas leva de forma adequada temas como experiências, descobertas e escolhas próprias dessa fase da vida.

Antes do espetáculo os espectadores recebiam uma breve contextualização sobre a releitura do clássico Romeu e Julieta, direcionada para o jovem  do mundo contemporâneo, seu autor e como a peça permanece atual.

Se valendo de elementos comuns ao universo jovem – como o Graffiti e o Rap – para aproximar os adolescentes das questões ali debatidas, o espetáculo foi muito bem recebido pela platéia em todas as apresentações gratuitas por CEU’s da cidade de São Paulo, na cidade de Campinas e Votorantim.

O espetáculo Julietas foi patrocinado pelo Instituto Votorantim.


Cia. La Mínima nos Parques

A população da cidade de São Paulo pôde assistir a

Cia. La Mínima em parques da cidade.

Em comemoração ao Dia Mundial da Saúde, a Cia. La Mínima levou seus espetáculos “Reprise” e “Luna Parke” para parques da cidade de São Paulo, em apresentações gratuitas. Seis diferentes lugares serviram como palco para os atores da companhia.

A arte do palhaço de picadeiro e toda tradição circense são a base de trabalho dos atores Domingos Montagner e Fernando Sampaio, que formaram a Cia. La Mínima em 1997. Com diversos trabalhos,  a premiada companhia possui como marca registrada a qualidade estética e a democratização cultural, por levar espetáculos gratuitos à população.

As apresentações da Cia. La Mínima em parques da cidade de São Paulo foram patrocinadas pela Pfizer.


O Estrangeiro

Guilherme Leme vive Mersault em aclamada montagem de

O Estrangeiro.

Escrito por Albert Camus, O Estrangeiro, um dos mais famosos romances do século XX, ganha os palcos pela primeira vez em uma adaptação do dinamarquês Morten Kirkskov, dirigida por Vera Holtz.

Numa interpretação solo, Guilherme Leme interpreta Meursault o personagem central de O Estrangeiro. Levando uma vida banal e sem sentido, Meursault é mais um homem arrastado pela correnteza da vida e da História. Seu drama pode ser lido como o drama de qualquer pessoa de nossos dias, que se depara com o absurdo cotidiano da existência: ponto central da obra.

Na trama, Meursault não encontra explicação ou consolo para o que acontece em sua trajetória, tudo acontece a sua revelia e nada faz o menor sentido. Não tem onde se amparar, portanto.

O que pode ser visto como desesperador em Camus se torna uma virtude: esse homem é livre, pode se fazer a si mesmo, sua vida está em aberto.

O espetáculo O Estrangeiro recebeu apoio da Fundação Salvador Arena e  foi patrocinado pela Mangels.


Princesa, Eu?

Espetáculo percorre o universo adolescente com olhar feminino.

A peça Princesa, Eu? conta a trajetória de vida de Liz, desde a puberdade até o início de sua vida adulta. Traz ao palco, de forma poética, o momento delicado da adolescência. Possibilita a identificação pessoal e estimula a reflexão sobre essa fase especial da vida.

Liz era assim, pequenita, doce e meiga. Uma criança querida por todos. Filha única e amada de Clô e Theobaldo, Liz era assim, suave, apesar dos atropelos dos adultos. Feminina. Sua vida era tranquila, cheia de fantasias, sonhos e brincadeiras, mas ninguém a avisara que esta fase mágica a transformaria.

A dramaturgia deste espetáculo possui linhas e planos para estabelecer uma comunicação eficaz com adolescentes, público do espetáculo. Contou a história ora evidenciando o universo interno da personagem através de elementos poéticos, ora sua vida cotidiana em cenas com características mais realistas.

Apesar de retratar a adolescência com um olhar feminino, a peça aborda também os dramas vividos pelos meninos adolescentes.

Patrocinado pela MSD e realizado pela Cia. de Inventos, o projeto Princesa, Eu? entende que o teatro para jovens é um facilitador de aprendizado. Um aprendizado de sentido amplo, no qual o teatro inspira o desenvolvimento humano em todas as suas potencialidades.


Itinerância Cia. La Mínima

A Cia. La Mínima levou os espetáculos “Reprise” e “Luna Parke” a cinco cidades do interior paulista.

As duas montagens são verdadeiros “clássicos” da companhia que, ao longo de 13 anos de trajetória, une qualidade estética e democratização cultural.

Este projeto permitiu à população de Adamantina, Assis, Bragança Paulista, Catanduva e Presidente Prudente o acesso gratuito a espetáculos qualificados, contribuindo para formação de público para teatro no interior paulista.

As apresentações gratuitas ocorreram aos sábados e domingos, em locais abertos com intuito de beneficiar o maior público possível.

Com patrocínio da Rede Energia, a Cia. La Mínima pôde levar sua arte ao interior.


O Quebra-Nozes

Mais do que um espetáculo, “O Quebra-Nozes” se tornou ao longo dos anos um grande presente de natal.

A Cisne Negro Cia. de Dança apresentou pelo 27º ano consecutivo o clássico O Quebra-Nozes. Com música de Tchaikovsky, a apresentação de 2010 contou com o elenco fixo da Cisne Negro e solistas contratados especialmente para esta produção.

A Brasilprev patrocinou a 27ª apresentação de O Quebra-Nozes.