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    Festival de Clipes e Bandas

    O maior evento para novos talentos do videoclipe e da música no Brasil.   O Festival de Clipes e Bandas

    Música
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    Visitando o Sr. Green

    Religião, tabus, conflito de gerações: Até que ponto toleramos o outro? Após quase atropelar Sr. Green (Sergio Mamberti), um viúvo

    Artes Cênicas
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    Escola de Trovadores

    Formação musical para crianças e adolescentes realizada pelo Instituto Trovadores Urbanos. Na Escola de Trovadores, crianças e adolescentes recebem aulas

    Música

Projetos

Festival de Clipes e Bandas

O maior evento para novos talentos do videoclipe e da música no Brasil.

Arnaldo Antunes, um dos artistas convidados da 2ª edição.

 

O Festival de Clipes e Bandas é o maior evento para novos talentos do videoclipe e da música do Brasil e conta com a participação especial de artistas convidados no júri e nos shows finais.

Clipes: cada artista convidado escolhe uma música para que os participantes do Festival façam um videoclipe.  Já participaram de edições anteriores: Gilberto Gil, Arnaldo Antunes, Fernanda Takai, Tom Zé, Marcelo Jeneci, Tulipa Ruiz, Karina Buhr, Céu, Inocentes, Blubell e Projota.

Bandas: concurso de novos talentos da música. Os artistas convidados escolhem as melhores bandas para abrir seus shows no encerramento do Festival. A melhor banda ganha a gravação de um videoclipe.

Fernanda Takai, artista convidada da 3ª edição.

 

O Festival acontece na internet, nas redes sociais e ao vivo.

Os videoclipes e as bandas são avaliados pelo júri, pelos artistas convidados e pelo público.

Vencedores de 2015 para “Melhor Videoclipe para Fernanda Takai”, “Prêmio do Público” e “Prêmio do Patrocinador”.

 

Na 4ª edição os artistas convidados foram Baby do Brasil, Jards Macalé, Mart’nália, BNegão & Seletores de Frequência e Dexter.

O encerramento do Festival, com shows e cerimônia de premiação, aconteceu em Março no Rio de Janeiro e em São Paulo.

Trident e Halls foram patrocinadores da 4ª edição do Festival de Clipes e Bandas.

No site: clipesebandas.com.br, é possível acessar o acervo de todas as edições do Festival.


Visitando o Sr. Green

Religião, tabus, conflito de gerações: Até que ponto toleramos o outro?

Após quase atropelar Sr. Green (Sergio Mamberti), um viúvo de 86 anos, Ross Gardiner (Ricardo Gelli), um jovem executivo de 29 anos, é considerado culpado por negligência e tem de fazer visitas semanais para a vítima durante seis meses.

Durante as visitas, há um estranhamento entre os dois, Sr. Green é um velho ranzinza, judeu ortodoxo. Ross testa a tolerância de Sr. Green ao tentar se aproximar.

A peça se passa em Nova York, no velho apartamento de Sr. Green, onde tudo parece intocado desde os anos 50. Junto com a antiga mobília, há listas telefônicas em desuso, jornais espalhados, pilhas de correspondências e um buquê de flores secas.

Segredos vão sendo revelados: Ross diz ser homossexual. Sr. Green, que dizia não ter filhos, admite ter expulsado a filha de casa por ter se casado com um homem que não era judeu.

Visitando o Sr. Green faz o público refletir sobre as intolerâncias do seu próprio cotidiano.

Cassio Scapin interpretou Ross, contracenando com Paulo Autran, na primeira montagem no Brasil, em 2000. Quinze anos depois, Scapin foi convidado a dirigir a nova montagem.

O Laboratório Cristália foi um dos patrocinadores da temporada paulista.


Emcena Brasil

Um caminhão que leva cultura para as cidades do interior.

Caminhões vêm e vão a todo instante, levando diversos tipos de carga. O caminhão do Emcena Brasil é diferente: carrega diversos espetáculos e deixa, nos locais por onde passa, a lembrança de dias repletos de alegria e cultura!

O caminhão transporta um container adaptado para palco, com toda a infraestrutura de luz, som, tela de cinema e outros equipamentos necessários para realizar espetáculos para grandes plateias.

400 cadeiras são posicionadas de frente para o palco.  E por último, uma grande tenda é montada afim de proporcionar conforto aos artistas e também à plateia.

A programação contempla atividades durante o dia e à noite.  Tudo com entrada gratuita: contação de histórias, oficinas, gibiteca, teatro infantil e adulto, circo, além de apresentações de artistas locais.

O projeto Emcena Brasil já visitou mais de 250 cidades de todo o Brasil.

Em 2015, com o patrocínio da Votorantim Cimentos, o Emcena Brasil visitou Araçariguama, Itapeva, Ribeirão Grande, Salto de Pirapora e Taubaté.


Rei Lear

 

Juca de Oliveira interpreta Rei Lear de William Shakespeare.

A tragédia de um Rei que envelheceu antes de se tornar sábio.

Nesta versão criada por Geraldo Carneiro especialmente para Juca de Oliveira, o ator interpreta Lear, suas três filhas e várias personagens da tragédia. É a primeira vez na história do teatro universal que Rei Lear  é encenado como espetáculo solo.

Escrita em 1606 e considerada a mais trágica das tragédias shakespearianas, Rei Lear é o desafio máximo de qualquer ator. A peça narra a trajetória de Lear, Rei da Bretanha, que aos 80 e tantos anos decide dividir o reino entre as três filhas, em troca de elogios. Ao fazer a partilha, acaba sensibilizado com os discursos aduladores das ambiciosas Goneril e Regan e renega Cordélia, que diz não encontrar palavras para expressar seu amor pelo pai. Goneril e Regan traem e expulsam o velho pai, tramando sua morte. O tempo mostra que Cordélia era a única merecedora do trono. A cobiça e a ingratidão filial, temas centrais desta obra-prima, a tornam dolorosamente atual.

Rei Lear tem direção de Elias Andreato, figurino e cenário de Fabio Namatame, iluminação de Wagner Freire e trilha sonora de Daniel Maia.


Sinfonia Seresteira

Sinfonia Seresteira apresenta o encontro do erudito com o popular para contar a história da Música Popular Brasileira.

Sinfonia Seresteira resgata a história da música brasileira – a chegada da música erudita, trazida pelos portugueses, e sua popularização por meio das modinhas que ganharam a rua ao som de violões e vozes de seresteiros.

Nas apresentações, a música erudita é executada pelo Quinteto Bachiana e a música popular brasileira é apresentada na voz dos Trovadores Urbanos, carinhosamente apelidados de “Seresteiros do Brasil”.

Como forma de reproduzir com maior fidelidade o cenário musical brasileiro daquela época e também de envolver os espectadores na apresentação, foi planejado um final inédito: o Quinteto Bachiana e os Trovadores Urbanos saem tocando pelas ruas da cidade acompanhados dos espectadores, como era feito nas antigas serestas. Durante o trajeto, convidam os moradores a se juntarem ao cortejo musical.

O Quinteto inicia apresentando trechos curtos de algumas das composições eruditas mais conhecidas do público (Bach, Beethoven, Mozart, Strauss, etc);

Em seguida é a vez da Música Popular Brasileira na voz dos Trovadores Urbanos (Carinhoso, Minha namorada, Se todos fossem iguais a você, Trem das Onze, etc).

Ao final, Trovadores Urbanos e Quinteto Bachiana descem do palco e vão ao encontro dos espectadores convidando-os a seguirem em uma Sinfonia Seresteira, na qual artistas e plateia cantam formando um grande coro.

Uma apresentação que resgata as tradicionais serestas de antigamente e encanta o público com sua performance, recriando o cenário musical brasileiro do século XIX.

Em 2013 foram realizadas 12 apresentações de Sinfonia Seresteira pelo estado de São Paulo com o patrocínio do Grupo EDP.

Veja também um vídeo realizado pelo Instituto EDP sobre o projeto Sinfonia Seresteira


Mônica 50 anos

A exposição “Mônica 50 anos” comemora o aniversário da personagem Mônica e conta sua trajetória desde sua criação, em 1963, até os dias de hoje.

Em formato de retrospectiva, a exposição convida o público a entrar de forma lúdica na história desta personagem que ganhou o Brasil e o Mundo. É possível acompanhar o processo de criação e também a evolução da Mônica década a década.

A composição da mostra se dá por meio de objetos históricos, publicações editoriais, desenhos animados, homenagens artísticas (quadros e esculturas), filmes, games e instalações.

Mônica 50 anos  realizada no MuBE – Museu Brasileiro da Escultura, tem curadoria de Jacqueline Mouradian e realização da Maurício de Sousa Produções. Um evento gratuito e livre para todas as idades.

Uma exposição que encanta a todos aqueles foram ou que ainda são crianças, patrocinada pela Bauducco.


A Música Venceu

Primeiro polo de ensino de música erudita da Fundação Bachiana Filarmônica funciona na E.E. Friedrich Von Voith, no bairro do Jaraguá em São Paulo.

Idealizado pelo maestro João Carlos Martins, o projeto A Música Venceu oferece aulas de iniciação e formação musical para crianças e jovens em bairros carentes de São Paulo.

O projeto estimula nessa população, habitualmente carente de eventos culturais, o despertar da musicalidade própria.

A participação do jovem neste projeto proporciona o contato com um mundo totalmente novo.

O núcleo do projeto no bairro do Jaraguá teve início no ano de 2007. O crescimento ano a ano do projeto e deste núcleo culminou na formação da Orquestra de Câmara da escola.

A Orquestra de Câmara tem se apresentado em vários espaços no bairro, como outras escolas públicas da vizinhança. Este relacionamento com a região se tornou efetivo a ponto do grupo se tornar referência para a comunidade local.

Nessas fotos alunos do projeto A Música Venceu são regidos pelo Maestro João Carlos Martins durante a abertura de concerto da Orquestra Filarmônica Bachiana SESI-SP, na Sala São Paulo.

O núcleo do Jaraguá do projeto A Música Venceu é patrocinado pelas empresas do Grupo Voith.


Guia Catraca Livre

Guia Catraca Livre: a cidade na sua mão.

Em sua segunda edição, o Guia Catraca Livre mostra opções culturais permanentes por toda cidade de São Paulo. Com um amplo mapeamento da programação cultural gratuita ou a preços populares, esta edição equilibra informações sobre equipamentos culturais consagrados, como o MASP, e outras atrações importantes que precisam ser conhecidas por toda a cidade, como o Sarau da Cooperifa.

O Guia tem como objetivo promover a cidadania cultural através da divulgação de atrações culturais independentemente de sua localidade. Com dicas de audiovisual, artes visuais, leitura, música, teatro e dança, passeios e cursos e oficinas, de baixo custo ou a custo zero; o Guia vem para quebrar o estigma de que somente uma região favorecida da cidade possui atrações culturais relevantes.

A vocação do Catraca Livre de mapear e disseminar informações sobre eventos culturais, potencializando o uso dos equipamentos culturais existentes foi colocada em prática neste Guia. Assim, traz informações que fazem da cidade de São Paulo sempre uma cidade nova, uma cidade a se conhecer através da circulação e apropriação dos espaços culturais e de lazer de todas as regiões.

Uma iniciativa da AT Cultural em parceria com o site Catraca Livre, coordenado pelo jornalista Gilberto Dimenstein, a segunda edição do Guia Catraca Livre foi patrocinada pela Ambev.


Toca Atitude

O projeto Toca Atitude leva música erudita para periferia da cidade de São Paulo.

Desde 2006 o Toca Atitude realiza apresentações da Orquestra Filarmônica Bachiana SESI-SP, que contam com a regência do maestro João Carlos Martins, pela periferia paulistana. O repertório é escolhido especialmente para essas apresentações que possuem caráter educativo. Os concertos são didáticos na medida em que são executados os primeiros movimentos da obra escolhida e em seguida o maestro comenta a música, seu compositor e o contexto histórico da época. Tudo tendo em vista a sensibilização dos alunos para a arte erudita. Assim, a democratização cultural é proporcionada tanto pela abordagem das apresentações quanto pela escolha dos locais.

Toca Atitude: levando apresentações de música clássica para jovens de atitude, possibilitando novas experiências culturais.

Continuando o trabalho de democratização cultural com jovens carentes da periferia paulistana, a Fundação Bachiana Filarmônica desenvolve o projeto Musicalização em Bairros da Periferia de São Paulo.

Este projeto promove o desenvolvimento de atividades de excelência e referência na formação musical, onde a inclusão social se dá por meio da difusão e do ensino da música clássica e erudita. Além de complementar e estimular os estudos regulares nas escolas, a participação do jovem neste projeto proporciona o contato com um mundo totalmente novo, bem como a possibilidade de um futuro no mundo da música.

A Camerata Bachiana é formada por jovens integrantes do projeto Musicalização em Bairros da Periferia de São Paulo, realizado na comunidade de Paraisópolis. Os jovens recebem instruções personalizadas para seu nível de desenvolvimento e preparação necessária para estarem aptos a realizar apresentações regulares, inclusive ao lado do maestro João Carlos Martins.

Essas ações culturais, Toca Atitude, Musicalização em Bairros da Periferia de São Paulo, núcleo da comunidade de Paraisópolis, e Camerata Bachiana, formada por alunos deste núcleo, são patrocinadas pelo Instituto Votorantim.


Casa de Todos

Trovadores Mirins apresentam repertório que nos lembra a importância de cuidar de nosso planeta: a Casa de Todos.

Afim de manter a tradição das serenatas e incentivar o gosto das crianças e adolescentes pela Música Popular Brasileira, em 1995 os Trovadores Urbanos deram início ao grupo vocal “Trovadores Mirins”.

Crianças entre quatro e quatorze anos recebem formação musical e se apresentam  em variadas situações e lugares: eventos públicos, homenagens, datas comemorativas, entre outros.

O espetáculo Casa de Todos leva 10 espetáculos dos Trovadores Mirins a parques da cidade de São Paulo, sob regência de Lucila Novaes.

O repertório traz, numa linguagem fácil e lúdica, canções que abordam o tema Sustentabilidade, sob a ótica infantil. Reforçando com a naturalidade da voz e do olhar das crianças a importância de cuidarmos do nosso planeta, a “casa de todos”.

A palavra ecologia tem origem no grego, ela é formada pelas palavras “oikos”, que significa casa, e “logos”, que significa estudo. Logo, por extensão, a palavra ecologia significa o estudo da casa: da casa de todos, do nosso planeta.

Durante a apresentação uma grande bola representando o Planeta Terra entra em cena.

Um figurino especial foi produzido para este espetáculo. Todos os Trovadores Mirins usam roupas e adereços feitos de materiais recicláveis como garrafas pet, tampinhas de garrafa, cordões de algodão orgânico, sacos de batata coloridos e jornal.

Ao final de cada apresentação, as  crianças da plateia recebem papel e giz de cera para colorir o planeta.

O projeto Casa de Todos foi patrocinado pela Mondelez.