• O Quebra Nozes

    O espetáculo da Cisne Negro Cia de Dança que encanta e contagia o Natal de São Paulo. Com a chegada

    Dança
  • Visitando o Sr. Green

    Religião, tabus, conflito de gerações: Até que ponto toleramos o outro? Após quase atropelar Sr. Green (Sergio Mamberti), um viúvo

    Artes Cênicas
  • Escola de Trovadores

    Formação musical para crianças e adolescentes realizada pelo Instituto Trovadores Urbanos. Na Escola de Trovadores, crianças e adolescentes recebem aulas

    Música

Projetos

O Quebra Nozes

O espetáculo da Cisne Negro Cia de Dança que encanta e contagia o Natal de São Paulo.

Com a chegada do fim do ano, chega junto a expectativa de mais uma temporada do Quebra Nozes! Famoso no mundo todo, o espetáculo tem sua versão brasileira apresentada em São Paulo, desde 1983, pela Cisne Negro Cia de Dança.

A história conta a fantástica noite de Natal de Clara, uma menina que ganha muitos presentes, mas se encanta de uma maneira especial por um deles, um boneco quebra-nozes.

Quando todos vão dormir, Clara vai à sala para brincar com seu novo presente, adormece e entra no mundo da fantasia. Os brinquedos ganham vida, dançam, lutam, viajam para O Reino das Neves e Reino dos Doces, onde Clara e seu príncipe são homenageados com danças típicas de vários países.

O espetáculo surgiu a partir das músicas que Tchaikovsky compôs para o ballet quando se encantou com a envolvente história do conto “Quebra-Nozes e o Rei dos Camundongos” de Hoffman. O espetáculo da Cisne Negro tem a Direção Artística de Hulda Bittencourt e Direção de Ensaios de Dany Bittencourt.

No palco da Cisne Negro a composição está completa: figurino, cenário e iluminação. Cada edição do espetáculo conta com a presença de importantes solistas convidados com grande reconhecimento internacional.

Em 2017, foram convidados Aurora Dickie e Dmitry Semionov, solistas do Staatsballet Berlin.


Visitando o Sr. Green

Religião, tabus, conflito de gerações: Até que ponto toleramos o outro?

Após quase atropelar Sr. Green (Sergio Mamberti), um viúvo de 86 anos, Ross Gardiner (Ricardo Gelli), um jovem executivo de 29 anos, é considerado culpado por negligência e tem de fazer visitas semanais para a vítima durante seis meses.

Durante as visitas, há um estranhamento entre os dois, Sr. Green é um velho ranzinza, judeu ortodoxo. Ross testa a tolerância de Sr. Green ao tentar se aproximar.

A peça se passa em Nova York, no velho apartamento de Sr. Green, onde tudo parece intocado desde os anos 50. Junto com a antiga mobília, há listas telefônicas em desuso, jornais espalhados, pilhas de correspondências e um buquê de flores secas.

Segredos vão sendo revelados: Ross diz ser homossexual. Sr. Green, que dizia não ter filhos, admite ter expulsado a filha de casa por ter se casado com um homem que não era judeu.

Visitando o Sr. Green faz o público refletir sobre as intolerâncias do seu próprio cotidiano.

Cassio Scapin interpretou Ross, contracenando com Paulo Autran, na primeira montagem no Brasil, em 2000. Quinze anos depois, Scapin foi convidado a dirigir a nova montagem.

O Laboratório Cristália foi um dos patrocinadores da temporada paulista.


Escola de Trovadores

Formação musical para crianças e adolescentes
realizada pelo Instituto Trovadores Urbanos.

Na Escola de Trovadores, crianças e adolescentes recebem aulas semanais de canto e expressão corporal. A metodologia é a mesma utilizada na  formação dos Trovadores Mirins, projeto existente desde 1995 no qual os participantes recebem formação musical diferenciada preparando-os para se apresentarem em shows e eventos públicos. A fim de permitir que estudantes de escolas públicas possam receber a mesma formação musical, porém de forma gratuita, o Instituto Trovadores Urbanos criou o projeto Escola de Trovadores.

A Escola de Trovadores possui 03 polos de musicalização. Em 2013 foi implantado o núcleo de Cidade Ademar (Zona Sul de São Paulo) na Escola Estadual Profa. Joanna Abrahão; em 2015 foi implantado o núcleo na Escola Municipal de Ensino Fundamental Antônio Pinto De Campos, na cidade de Cajamar, e em 2016 foi implantado o núcleo na EMEB Veneranda de Freitas Pinto também em Cajamar, ambos os polos com o patrocínio da Votorantim Cimentos e do Instituto Votorantim.

Em cada núcleo, aproximadamente 80 crianças e adolescentes participam de aulas semanais de Canto, de Ritmo, de Expressão Corporal e de construção de instrumentos musicais com material reciclado. As aulas acontecem no contraturno escolar. O projeto também contempla atividades para os pais e oficinas para professores, coordenadores e equipe das escolas.

A cada final de ano, os alunos da Escola de Trovadores apresentam-se publicamente para a comunidade, tendo como convidados especiais os Trovadores Urbanos.

Assista o vídeo de apresentação da Escola de Trovadores, Núcleo Cajamar:


Rei Lear

 

Juca de Oliveira interpreta Rei Lear de William Shakespeare.

A tragédia de um Rei que envelheceu antes de se tornar sábio.

Nesta versão criada por Geraldo Carneiro especialmente para Juca de Oliveira, o ator interpreta Lear, suas três filhas e várias personagens da tragédia. É a primeira vez na história do teatro universal que Rei Lear  é encenado como espetáculo solo.

Escrita em 1606 e considerada a mais trágica das tragédias shakespearianas, Rei Lear é o desafio máximo de qualquer ator. A peça narra a trajetória de Lear, Rei da Bretanha, que aos 80 e tantos anos decide dividir o reino entre as três filhas, em troca de elogios. Ao fazer a partilha, acaba sensibilizado com os discursos aduladores das ambiciosas Goneril e Regan e renega Cordélia, que diz não encontrar palavras para expressar seu amor pelo pai. Goneril e Regan traem e expulsam o velho pai, tramando sua morte. O tempo mostra que Cordélia era a única merecedora do trono. A cobiça e a ingratidão filial, temas centrais desta obra-prima, a tornam dolorosamente atual.

Rei Lear tem direção de Elias Andreato, figurino e cenário de Fabio Namatame, iluminação de Wagner Freire e trilha sonora de Daniel Maia.


Sinfonia Seresteira

Sinfonia Seresteira apresenta o encontro do erudito com o popular para contar a história da Música Popular Brasileira.

Sinfonia Seresteira resgata a história da música brasileira – a chegada da música erudita, trazida pelos portugueses, e sua popularização por meio das modinhas que ganharam a rua ao som de violões e vozes de seresteiros.

Nas apresentações, a música erudita é executada pelo Quinteto Bachiana e a música popular brasileira é apresentada na voz dos Trovadores Urbanos, carinhosamente apelidados de “Seresteiros do Brasil”.

Como forma de reproduzir com maior fidelidade o cenário musical brasileiro daquela época e também de envolver os espectadores na apresentação, foi planejado um final inédito: o Quinteto Bachiana e os Trovadores Urbanos saem tocando pelas ruas da cidade acompanhados dos espectadores, como era feito nas antigas serestas. Durante o trajeto, convidam os moradores a se juntarem ao cortejo musical.

O Quinteto inicia apresentando trechos curtos de algumas das composições eruditas mais conhecidas do público (Bach, Beethoven, Mozart, Strauss, etc);

Em seguida é a vez da Música Popular Brasileira na voz dos Trovadores Urbanos (Carinhoso, Minha namorada, Se todos fossem iguais a você, Trem das Onze, etc).

Ao final, Trovadores Urbanos e Quinteto Bachiana descem do palco e vão ao encontro dos espectadores convidando-os a seguirem em uma Sinfonia Seresteira, na qual artistas e plateia cantam formando um grande coro.

Uma apresentação que resgata as tradicionais serestas de antigamente e encanta o público com sua performance, recriando o cenário musical brasileiro do século XIX.

Em 2013 foram realizadas 12 apresentações de Sinfonia Seresteira pelo estado de São Paulo com o patrocínio do Grupo EDP.

Veja também um vídeo realizado pelo Instituto EDP sobre o projeto Sinfonia Seresteira


Mônica 50 anos

A exposição “Mônica 50 anos” comemora o aniversário da personagem Mônica e conta sua trajetória desde sua criação, em 1963, até os dias de hoje.

Em formato de retrospectiva, a exposição convida o público a entrar de forma lúdica na história desta personagem que ganhou o Brasil e o Mundo. É possível acompanhar o processo de criação e também a evolução da Mônica década a década.

A composição da mostra se dá por meio de objetos históricos, publicações editoriais, desenhos animados, homenagens artísticas (quadros e esculturas), filmes, games e instalações.

Mônica 50 anos  realizada no MuBE – Museu Brasileiro da Escultura, tem curadoria de Jacqueline Mouradian e realização da Maurício de Sousa Produções. Um evento gratuito e livre para todas as idades.

Uma exposição que encanta a todos aqueles foram ou que ainda são crianças, patrocinada pela Bauducco.


Guia Catraca Livre

Guia Catraca Livre: a cidade na sua mão.

Em sua segunda edição, o Guia Catraca Livre mostra opções culturais permanentes por toda cidade de São Paulo. Com um amplo mapeamento da programação cultural gratuita ou a preços populares, esta edição equilibra informações sobre equipamentos culturais consagrados, como o MASP, e outras atrações importantes que precisam ser conhecidas por toda a cidade, como o Sarau da Cooperifa.

O Guia tem como objetivo promover a cidadania cultural através da divulgação de atrações culturais independentemente de sua localidade. Com dicas de audiovisual, artes visuais, leitura, música, teatro e dança, passeios e cursos e oficinas, de baixo custo ou a custo zero; o Guia vem para quebrar o estigma de que somente uma região favorecida da cidade possui atrações culturais relevantes.

A vocação do Catraca Livre de mapear e disseminar informações sobre eventos culturais, potencializando o uso dos equipamentos culturais existentes foi colocada em prática neste Guia. Assim, traz informações que fazem da cidade de São Paulo sempre uma cidade nova, uma cidade a se conhecer através da circulação e apropriação dos espaços culturais e de lazer de todas as regiões.

Uma iniciativa da AT Cultural em parceria com o site Catraca Livre, coordenado pelo jornalista Gilberto Dimenstein, a segunda edição do Guia Catraca Livre foi patrocinada pela Ambev.


Casa de Todos

Trovadores Mirins apresentam repertório que nos lembra a importância de cuidar de nosso planeta: a Casa de Todos.

Afim de manter a tradição das serenatas e incentivar o gosto das crianças e adolescentes pela Música Popular Brasileira, em 1995 os Trovadores Urbanos deram início ao grupo vocal “Trovadores Mirins”.

Crianças entre quatro e quatorze anos recebem formação musical e se apresentam  em variadas situações e lugares: eventos públicos, homenagens, datas comemorativas, entre outros.

O espetáculo Casa de Todos leva 10 espetáculos dos Trovadores Mirins a parques da cidade de São Paulo, sob regência de Lucila Novaes.

O repertório traz, numa linguagem fácil e lúdica, canções que abordam o tema Sustentabilidade, sob a ótica infantil. Reforçando com a naturalidade da voz e do olhar das crianças a importância de cuidarmos do nosso planeta, a “casa de todos”.

A palavra ecologia tem origem no grego, ela é formada pelas palavras “oikos”, que significa casa, e “logos”, que significa estudo. Logo, por extensão, a palavra ecologia significa o estudo da casa: da casa de todos, do nosso planeta.

Durante a apresentação uma grande bola representando o Planeta Terra entra em cena.

Um figurino especial foi produzido para este espetáculo. Todos os Trovadores Mirins usam roupas e adereços feitos de materiais recicláveis como garrafas pet, tampinhas de garrafa, cordões de algodão orgânico, sacos de batata coloridos e jornal.

Ao final de cada apresentação, as  crianças da plateia recebem papel e giz de cera para colorir o planeta.

O projeto Casa de Todos foi patrocinado pela Mondelez.


Energias do Mundo

Uma experiência sociocultural que estimula a expressão cultural e artística no ambiente escolar

O concurso cultural Energias do Mundo é uma experiência sóciocultural e pedagógica que tem por objetivo incorporar o tema “energias” ao currículo escolar e ao cotidiano de crianças, criando oportunidades de aprendizado e conscientização ambiental por meio da expressão artística e da participação cidadã de alunos de escolas públicas. O Concurso proporciona uma oportunidade única para professores e alunos expressarem seus pontos de vista sobre questões ambientais presentes em sua própria comunidade.

A premiação da escola vencedora fica por conta da oficina de arte pública realizada pela equipe da ONG Cidade Escola Aprendiz em conjunto com a comunidade da escola premiada. Durante a oficina os alunos produziram intervenções artísticas, transformando o espaço escolar a partir da temática proposta. O evento de premiação conta ainda com oficinas artísticas, plantio de mudas de espécies nativas, lanche coletivo e homenagem aos educadores e alunos autores do trabalho vencedor.

Experiência cultural única, o projeto Energias do Mundo aconteceu nos estados de São Paulo, Paraná, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará e Tocantins.

O concurso cultural Energias do Mundo foi patrocinado pela Rede Energia.