Projetos

Minuto Escola

Minuto Escola incentiva a produção de vídeos de até 1 Minuto por alunos da rede pública.

Minuto Escola é um concurso cultural feito especialmente para alunos do ensino médio de escolas públicas de todo estado de São Paulo. Através da produção de vídeos de até 1 Minuto, com tema livre, estudantes participaram deste concurso que privilegia a participação jovem através da linguagem audiovisual.

Complementando o concurso, que faz parte do Festival do Minuto, este projeto realizou workshops com coordenadores de artes em escolas públicas para instrumentalizá-los sobre o formato do vídeo-minuto. Cada uma das escolas recebeu um DVD educativo com vídeos do acervo do Festival, depoimentos dos realizadores, comentários do curador Marcelo Masagão e dicas sobre programas gratuitos de edição de imagem e som, que podem ser usados pelos alunos na produção de seus trabalhos.

Patrocinado pelo Instituto Votorantim, este projeto contou com o Minuto Móvel: caminhão equipado com som e vídeo que visitou diversas escolas por todo estado de São Paulo.

A ideia do projeto Minuto Escola é estimular o uso pedagógico do audiovisual nas escolas.


Temporada Cia. La Mínima

A Cia. La Mínima apresentou seu repertório em uma breve temporada que, através do espírito circense, sensibilizou o público para o prazer das artes.

Com entrada a preços populares e dois meses em cartaz, o projeto Temporada Cia. La Mínima cumpriu sua premissa de incentivar o acesso da população à cultura através da presença de um público renovado, além daqueles que acompanham a trajetória da Companhia. O objetivo de democratização artística se completou com a presença de convidados ligados a instituições de cunho social.

Ao final do projeto, mais de quatro mil pessoas tiveram a oportunidade de assistir aos consagrados espetáculos À La Carte, A Noite dos Palhaços Mudos e O Médico e os Monstros.

A Temporada Cia. La Mínima foi patrocinado pela Pfizer.


Tirando um Som da Garagem

Espetáculo teatral é fruto de processo conjunto entre a premiada Cia. O Grito e mais de cem jovens.

Na peça, cinco jovens resolvem montar uma banda de garagem e convivem com os dilemas da idade, das dificuldades do processo de amadurecimento e de como produzir arte no mundo de hoje. No projeto, 105 jovens participaram diretamente do processo de criação do espetáculo através de atividades de direção, interpretação, dramaturgia, cenário, figurino, iluminação e criação musical.

O resultado: um espetáculo para jovens e feitos por jovens, em que questões importantes para toda sociedade são discutidas a partir de um ponto de vista muito singular.

Com patrocínio da Fundação Nestlé Brasil, o espetáculo Tirando um Som da Garagem atingiu mais de 20 mil espectadores em CEU’s espalhados por toda cidade de São Paulo.


A Alma Boa de Setsuan

Comédia conta a saga de Chen Tê através de parábolas.

Três deuses chineses vêm a Terra em busca de uma alma boa. Ao chegar à província de Setsuan, encontram Chen Tê, prostituta interpretada por Denise Fraga, que é a única pessoa que se dispõe a dar-lhes um teto para dormir. Por sua generosidade, os deuses concluem ser ela a alma boa que tanto procuravam e resolvem presenteá-la com uma recompensa em dinheiro, o suficiente para Chen Tê mudar de vida. Então, os moradores da cidade começam a abusar de sua bondade. Para se livrar dos importunos e exploradores, Chen Tê desaparece.

Como ser bom e ao mesmo tempo sobreviver no mundo competitivo em que vivemos?

Esta é a questão levantada na peça A Alma Boa de Setsuan, patrocinado pela Wyeth e GRSA.


Acorda Brasil!

Espetáculo inspirado em projeto social de Heliópolis percorreu CEU’s da cidade de São Paulo.

A trajetória da Sinfônica de Heliópolis é o tema da peça Acorda Brasil!. Inspirada no trabalho realizado pelo Instituto Baccarelli com jovens em situação de risco da comunidade de Heliópolis, na cidade de São Paulo, o texto de Antônio Ermírio de Moraes traz aos palcos uma história de superação que nos serve como ponto de partida para pensar soluções criativas para os problemas sociais do Brasil.

Dirigido por José Possi Neto, o espetáculo conta com participação de jovens participantes de curso de formação artística do Instituto Baccarelli, sediado na comunidade de Heliópolis na zona sul de São Paulo. A Sinfônica Heliópolis também se apresentou neste espetáculo.

Na peça, os jovens do Instituto Baccarelli contracenaram com atores consagrados em uma história que apresenta a educação como melhor caminho para transformar a realidade. O espetáculo estimulou a sociedade a tomar atitudes para combater o problema da educação e da baixa procura por manifestações artísticas em locais carentes.

A peça conta a história do jovem Laerte, interpretado por Petrônio Gontijo, violinista aspirante a uma vaga na Orquestra Sinfônica Municipal, que acaba estagiando em uma escola municipal lecionando música. Apesar do descaso com o ensino público, ele encontra Capilé, VR e outras crianças promissoras que precisam somente de um incentivo para desenvolver seus talentos musicais.

Lutando contra a desconfiança por parte dos alunos e o conformismo da diretora que não acredita mais na socialização dos garotos, Laerte persiste na idéia de dar a esses jovens uma oportunidade para que eles ingressem com dignidade na sociedade.

Depois de uma temporada de sucesso em teatro, o espetáculo Acorda Brasil! circulou por CEU’s de todas as regiões da cidade de São Paulo em apresentações gratuitas, com patrocínio do Instituto Votorantim.


O Beco

Inspirada na obra homônima de Patrícia Engel Secco, o espetáculo teatral O Beco  é recheado de histórias que permeiam o universo jovem.

A peça tem como cenário a cinzenta cidade de São Paulo, na qual Gilberto vive as desventuras cotidianas de um período rico em transformações. Passeando pelas ruas de sua cidade Gilberto vai parar no Beco, um lugar considerado perigoso por reunir muitos pichadores e garotos excluídos da sociedade.

Quando chega ao Beco, Gilberto se encontra com o pichador Garisteu, considerado o maior encrenqueiro do bairro, e a com a jovem Caru. Após muita confusão Gilberto e seus amigos, Caru e Garisteu, encontram o caminho para a transformação.

Juntos, os jovens descobrem que o Beco, um lugar verdadeiramente deles, pode ser mudado: assim a pichação vira grafite e o Beco  um lugar onde os jovens se encontram para fazer arte.

O espetáculo O Beco foi patrocinado pela Fundação Nestlé Brasil e pela Wyeth.